Eu me importava demais. Me machucava demais só pra não machucar os outros. Era ingênua demais, inocente demais (…) E um dia, me tornei uma pessoa fria, mas não foi de um dia para o outro, eu tive que me decepcionar muito antes disso. Tão fria quanto um iceberg. Para poder lidar com a perda, com o desapego; fria pra me acostumar com o entra e sai de pessoas na minha vida. Fria a ponto de transformar lágrimas em sorrisos, quando a minha vontade é desmoronar aqui mesmo, na sua frente. Fria o bastante pra fingir que a dor não dói. Vazia, sem sentimentos, sem amarguras. Carente de carinho, de alguém, carente de mim mesma. Fria pra tratar um “adeus” como um “até logo”. Ser fria, ou pelo menos tentar, pra não saber as consequências de sentir, de se apegar. Fria pra esquecer a ingênua que eu era.
"Eu sempre vou te amar mais e sempre vou demonstrar mais que você, sempre serei eu quem mandará a sms no meio da noite dizendo que sente a sua falta e que vai te mandar um ”eu te amo” no meio do dia, só pra ganhar um sorriso seu. Ninguém mais vai aguentar suas crises de ciúmes por mais de duas semanas, ninguém mais vai aturar sua frieza por um mês se quer. Só eu. Lembra disso tá? Lembra que eu sou único e mesmo você não dando valor, eu vou continuar aqui, sendo seu tudo sem você saber."
"Eu só queria te lembrar que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós. Eu estava errado e você não tem que me perdoar. Mas também quero te mostrar que existe um lado bom nessa história tudo que ainda temos a compartilhar."
Eu me importava demais. Me machucava demais só pra não machucar os outros. Era ingênua demais, inocente demais (…) E um dia, me tornei uma pessoa fria, mas não foi de um dia para o outro, eu tive que me decepcionar muito antes disso. Tão fria quanto um iceberg. Para poder lidar com a perda, com o desapego; fria pra me acostumar com o entra e sai de pessoas na minha vida. Fria a ponto de transformar lágrimas em sorrisos, quando a minha vontade é desmoronar aqui mesmo, na sua frente. Fria o bastante pra fingir que a dor não dói. Vazia, sem sentimentos, sem amarguras. Carente de carinho, de alguém, carente de mim mesma. Fria pra tratar um “adeus” como um “até logo”. Ser fria, ou pelo menos tentar, pra não saber as consequências de sentir, de se apegar. Fria pra esquecer a ingênua que eu era.